Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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SERVIDORES DA JUSTIÇA FEDERAL SUSPENDEM PARALISAÇÃO

Os serviços do judiciário federal já estão funcionando normalmente em quase todo o país. Isso porque os servidores do setor decidiram pôr fim à greve, que já durava quase dois meses em alguns estados. A decisão, no entanto, vale apenas para o mês de julho, já que a categoria marcou para o dia primeiro de agosto uma nova reunião, quando devem votar por retornar à greve. A interrupção da greve, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário (Sintrajud), é motivada pelo recesso parlamentar e a consequente paralisação do Congresso Nacional. Na primeira semana de agosto, logo após a reabertura do parlamento, os servidores se reunirão em uma nova assembleia para decidir se a greve será retomada. Os trabalhadores reivindicam a aprovação do Projeto de Lei 6613, que revisa o plano de cargos e salários. Também querem que seja excluída da pauta o PL 549, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal, que determina que o reajuste salarial dos funcionários públicos federais seja o resultado da soma do Produto Interno Bruto (PIB) com a inflação. Em São Paulo, os servidores retomaram as atividades apenas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na terça-feira, 13. Hoje, no entanto, voltam a funcionar, "em operação padrão", o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e o Tribunal Regional Federal (TRF). A paralisação da categoria começou há 69 dias. Cerca de 100 mil funcionários aderiram à greve em todo o Brasil – apenas servidores dos Estados da Bahia, Acre e Mato Grosso ainda permanecem em paralisação, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo (Sintrajud). Os servidores Estaduais, por sua vez, continuam em greve. Fontes: Agência Brasil e G1
Os serviços do judiciário federal já estão funcionando normalmente em quase todo o país. Isso porque os servidores do setor decidiram pôr fim à greve, que já durava quase dois meses em alguns estados. A decisão, no entanto, vale apenas para o mês de julho, já que a categoria marcou para o dia primeiro de agosto uma nova reunião, quando devem votar por retornar à greve.

A interrupção da greve, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário (Sintrajud), é motivada pelo recesso parlamentar e a consequente paralisação do Congresso Nacional. Na primeira semana de agosto, logo após a reabertura do parlamento, os servidores se reunirão em uma nova assembleia para decidir se a greve será retomada.

Os trabalhadores reivindicam a aprovação do Projeto de Lei 6613, que revisa o plano de cargos e salários. Também querem que seja excluída da pauta o PL 549, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal, que determina que o reajuste salarial dos funcionários públicos federais seja o resultado da soma do Produto Interno Bruto (PIB) com a inflação.

Em São Paulo, os servidores retomaram as atividades apenas do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) na terça-feira, 13. Hoje, no entanto, voltam a funcionar, "em operação padrão", o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e o Tribunal Regional Federal (TRF). A paralisação da categoria começou há 69 dias.

Cerca de 100 mil funcionários aderiram à greve em todo o Brasil – apenas servidores dos Estados da Bahia, Acre e Mato Grosso ainda permanecem em paralisação, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário Federal no Estado de São Paulo (Sintrajud). Os servidores Estaduais, por sua vez, continuam em greve.

Fontes: Agência Brasil e G1