Brasília - Um dia depois de a Câmara dos Deputados ter aprovado novos projetos que aumentam gastos com funcionalismo, o presidente Lula disse ontem que o governo não fará mais nenhum reajuste neste ano. Apesar de considerar as pressões por novos gastos uma coisa normal, Lula assegurou que as pessoas só terão reajustes na hora em que o governo puder conceder. "Acabou neste ano a questão dos aumentos. O que vamos dar agora é o que foi acordado em 2008 e que ainda representa parcelas a serem cumpridas. Isso será totalmente cumprido, mas a discussão de aumento terá que aguardar um novo governo, até porque eu não posso comprometer o orçamento do governo que vier", destacou.
Ontem também foi aprovado no Senado o projeto de reestruturação de carreiras de 32 mil servidores federais. O texto muda cálculos de gratificações e benefícios. O impacto nas contas será de R$ 401,9 milhões em 2010, R$ 773,7 milhões em 2011 e R$ 791,8 milhões em 2012.
O presidente falou também sobre a proposta de anistia a ex-servidores que aderiram ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) no passado. "Pedevistas não merecem anistia. Foram chamados, fizeram acordo. Não é possível que depois de gastar o dinheiro retornem ao serviço público."
Fonte: Jornal Correio do Povo - pág. 06 - 18/06/2010
CP - 18.06.2010: Lula anuncia o fim dos reajustes
Brasília - Um dia depois de a Câmara dos Deputados ter aprovado novos projetos que aumentam gastos com funcionalismo, o presidente Lula disse ontem que o governo não fará mais nenhum reajuste neste ano. Apesar de considerar as pressões por novos gastos uma coisa normal, Lula assegurou que as pessoas só terão reajustes na hora em que o governo puder conceder. "Acabou neste ano a questão dos aumentos. O que vamos dar agora é o que foi acordado em 2008 e que ainda representa parcelas a serem cumpridas. Isso será totalmente cumprido, mas a discussão de aumento terá que aguardar um novo governo, até porque eu não posso comprometer o orçamento do governo que vier", destacou. Ontem também foi aprovado no Senado o projeto de reestruturação de carreiras de 32 mil servidores federais. O texto muda cálculos de gratificações e benefícios. O impacto nas contas será de R$ 401,9 milhões em 2010, R$ 773,7 milhões em 2011 e R$ 791,8 milhões em 2012. O presidente falou também sobre a proposta de anistia a ex-servidores que aderiram ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) no passado. "Pedevistas não merecem anistia. Foram chamados, fizeram acordo. Não é possível que depois de gastar o dinheiro retornem ao serviço público." Fonte: Jornal Correio do Povo - pág. 06 - 18/06/2010