AL vota veto da governadora à exigência de diploma
Projeto do ex-deputado Boka irá a plenário na próxima terça-feira
O veto da governadora Yeda Crusius (PSDB), em 12 de abril, ao projeto de Lei 236/2009 que estabelece exigências para provimento de cargos de jornalista no âmbito da administração pública estadual direta e indireta, completou 30 dias nesta sexta-feira, 14. A partir de agora ele passa a trancar a pauta de votação e terá de ir a plenário, na próxima terça-feira, 18, às 14h. A votação é aberta ao público e se aprovada novamente a norma passa a vigorar.
O ex-deputado Sandro Boka (PMDB), autor do projeto, aposta na derrubada do veto. Se isso ocorrer, a norma passa a vigorar. Ele aponta que é preciso qualificar o serviço público e democratizar a informação. “Acredito ser uma reivindicação justa, quando colocamos no projeto a exigência de diploma superior para cargos de confiança e para concurso público para o cargo de jornalista, estamos qualificando a comunicação com o cidadão”.
No veto, o Executivo diz que a administração pública é quem deve editar normas do âmbito do Poder Executivo, inclusive no que diz respeito à criação de funções e cargos públicos. Considera ser “inconstitucional o Parlamento estadual dispor sobre matéria cuja competência legislativa é do chefe do Poder Executivo.” Boka, por sua vez, sustenta seu posicionamento com o argumento de que o cidadão que atua no serviço público deve passar por uma universidade, “porque as informações apresentadas por eles necessitam, em outras palavras, de critérios e controle de qualidade.
Fonte: Coletiva News - www.coletiva.net
Jornalismo: AL vota veto da governadora à exigência de diploma
AL vota veto da governadora à exigência de diploma Projeto do ex-deputado Boka irá a plenário na próxima terça-feira O veto da governadora Yeda Crusius (PSDB), em 12 de abril, ao projeto de Lei 236/2009 que estabelece exigências para provimento de cargos de jornalista no âmbito da administração pública estadual direta e indireta, completou 30 dias nesta sexta-feira, 14. A partir de agora ele passa a trancar a pauta de votação e terá de ir a plenário, na próxima terça-feira, 18, às 14h. A votação é aberta ao público e se aprovada novamente a norma passa a vigorar. O ex-deputado Sandro Boka (PMDB), autor do projeto, aposta na derrubada do veto. Se isso ocorrer, a norma passa a vigorar. Ele aponta que é preciso qualificar o serviço público e democratizar a informação. “Acredito ser uma reivindicação justa, quando colocamos no projeto a exigência de diploma superior para cargos de confiança e para concurso público para o cargo de jornalista, estamos qualificando a comunicação com o cidadão”. No veto, o Executivo diz que a administração pública é quem deve editar normas do âmbito do Poder Executivo, inclusive no que diz respeito à criação de funções e cargos públicos. Considera ser “inconstitucional o Parlamento estadual dispor sobre matéria cuja competência legislativa é do chefe do Poder Executivo.” Boka, por sua vez, sustenta seu posicionamento com o argumento de que o cidadão que atua no serviço público deve passar por uma universidade, “porque as informações apresentadas por eles necessitam, em outras palavras, de critérios e controle de qualidade. Fonte: Coletiva News - www.coletiva.net