05 de maio de 2010 | N° 16326
INDENIZAÇÃO
Justiça condena Cpers
Quase 10 meses após o protesto em frente à casa da governadora Yeda Crusius, o Cpers foi condenado a indenizar os dois netos dela por danos morais. O sindicato terá de pagar R$ 10,2 mil para cada criança, conforme decisão do juiz Eduardo João Lima da Costa, da 4ª Vara Cível de Porto Alegre.
O protesto ocorreu em 16 de julho, quando um grupo exigia o impeachment de Yeda. Na avaliação de Lima da Costa, manifestantes teriam agido “de forma intimidatória” quando as crianças deixaram a residência em um automóvel, para ir à escola.
Presidente do Cpers, Rejane de Oliveira foi absolvida porque “não há provas de que a ré tenha se comportado de forma abusiva”, segundo o juiz.
Lima da Costa frisou que, em momento algum, houve invasão à intimidade ou à privacidade da governadora e familiares. De acordo com ele, a casa de Yeda adquiriu conotações de imóvel público, e seus moradores estão sujeitos a percalços referentes a esse tipo de manifestação.
Contraponto
O que diz a vice-presidente do Cpers-Sindicato, Neida Oliveira
Segundo ela, não houve qualquer agressão ou comportamento intimidatório contra os netos de Yeda Crusius. Neida afirma que imagens de TV mostram as crianças deixando a casa sem transtornos. De acordo com a dirigente, “é mais uma tentativa do governo de criminalizar um movimento”. O Cpers vai recorrer da decisão.
Fonte: Zero Hora: 05/05/2010
ZH - 05.05.2010: Justiça condena Cpers
05 de maio de 2010 | N° 16326 INDENIZAÇÃO Justiça condena Cpers Quase 10 meses após o protesto em frente à casa da governadora Yeda Crusius, o Cpers foi condenado a indenizar os dois netos dela por danos morais. O sindicato terá de pagar R$ 10,2 mil para cada criança, conforme decisão do juiz Eduardo João Lima da Costa, da 4ª Vara Cível de Porto Alegre. O protesto ocorreu em 16 de julho, quando um grupo exigia o impeachment de Yeda. Na avaliação de Lima da Costa, manifestantes teriam agido “de forma intimidatória” quando as crianças deixaram a residência em um automóvel, para ir à escola. Presidente do Cpers, Rejane de Oliveira foi absolvida porque “não há provas de que a ré tenha se comportado de forma abusiva”, segundo o juiz. Lima da Costa frisou que, em momento algum, houve invasão à intimidade ou à privacidade da governadora e familiares. De acordo com ele, a casa de Yeda adquiriu conotações de imóvel público, e seus moradores estão sujeitos a percalços referentes a esse tipo de manifestação. Contraponto O que diz a vice-presidente do Cpers-Sindicato, Neida Oliveira Segundo ela, não houve qualquer agressão ou comportamento intimidatório contra os netos de Yeda Crusius. Neida afirma que imagens de TV mostram as crianças deixando a casa sem transtornos. De acordo com a dirigente, “é mais uma tentativa do governo de criminalizar um movimento”. O Cpers vai recorrer da decisão. Fonte: Zero Hora: 05/05/2010