Terminou sem avanços a reunião entre empresários e sindicalistas na Comissão de Economia e Desenvolvimento da Assembleia, ontem, para discutir o reajuste do piso regional. Os trabalhadores reivindicam aumento de 14%, índice que, segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS), Celso Woyciechowski, recuperaria as perdas acumuladas nos últimos anos frente ao mínimo nacional. Em 2001, quando foi instituído, a diferença entre o piso e o mínimo era de 28%, e hoje, em termos monetários, é de R$ 1,29 - o salário mínimo é de R$ 510,00, e o piso regional, de R$ 511,29. As centrais sindicais querem estabelecer uma política permanente de reajuste, com base no mínimo nacional, acrescido de 2,85% a cada ano e nos próximos quatro períodos para recuperação do piso gaúcho. Os empresários são contrários e defendem a extinção do salário regional.
A Federasul se manifestou pelo fim do piso, por entender que os aumentos permanentes do mínimo nacional estão beneficiando os trabalhadores. Para a economista da entidade, Camila Orth, como o Estado é composto, na maioria, por micro e pequenas empresas, o reajuste poderá afetar a competitividade. O economista do Sindicato das Indústrias da Construção Civil, Marco Túlio, também defendeu o fim do piso, por entender que o mínimo cumpre esse papel.
Fonte: Correio do Povo - 29/04/2010 - pág. 06
CP - 29.04.2010: Piso regional ainda sem definição
Terminou sem avanços a reunião entre empresários e sindicalistas na Comissão de Economia e Desenvolvimento da Assembleia, ontem, para discutir o reajuste do piso regional. Os trabalhadores reivindicam aumento de 14%, índice que, segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-RS), Celso Woyciechowski, recuperaria as perdas acumuladas nos últimos anos frente ao mínimo nacional. Em 2001, quando foi instituído, a diferença entre o piso e o mínimo era de 28%, e hoje, em termos monetários, é de R$ 1,29 - o salário mínimo é de R$ 510,00, e o piso regional, de R$ 511,29. As centrais sindicais querem estabelecer uma política permanente de reajuste, com base no mínimo nacional, acrescido de 2,85% a cada ano e nos próximos quatro períodos para recuperação do piso gaúcho. Os empresários são contrários e defendem a extinção do salário regional. A Federasul se manifestou pelo fim do piso, por entender que os aumentos permanentes do mínimo nacional estão beneficiando os trabalhadores. Para a economista da entidade, Camila Orth, como o Estado é composto, na maioria, por micro e pequenas empresas, o reajuste poderá afetar a competitividade. O economista do Sindicato das Indústrias da Construção Civil, Marco Túlio, também defendeu o fim do piso, por entender que o mínimo cumpre esse papel. Fonte: Correio do Povo - 29/04/2010 - pág. 06