Jornal Correio do Povo - Taline Oppitz
ANO 115 Nº 176 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2010
Na Assembleia, com margem à negociação
Apesar da falta de acordo com o Cpers, o Piratini encaminhou para a Assembleia os projetos do magistério, estabelecendo o piso de R$ 1,5 mil e o aumento linear de 6,08%, sendo 4% em setembro e mais 2% em março de 2011. A intenção foi garantir o cumprimento do prazo para a tramitação das propostas, evitando questionamentos jurídicos posteriores, já que a legislação eleitoral impede a concessão de aumento ao funcionalismo após o dia 6 de abril. A chegada dos projetos ao Legislativo, porém, não acabará com as articulações. O governo espera, apesar do curto tempo, chegar a consenso com o Cpers e com a oposição, negociando alterações por meio de emendas. Entre as mudanças que podem ser construídas, está a antecipação da segunda parcela, de 2%, de março para dezembro deste ano. Os percentuais do reajuste também serão discutidos e não está descartada mudança, mas neste item, o governo, que garantirá o discurso de que fez a sua parte independentemente do resultado, não conta com grande margem para ampliação.
Fonte: Jornal Correio do Povo - Coluna Taline Oppitz - 25/03/2010
CP - Taline Oppitz: CPERS - Na Assembleia, com margem à negociação
Jornal Correio do Povo - Taline Oppitz ANO 115 Nº 176 - PORTO ALEGRE, QUINTA-FEIRA, 25 DE MARÇO DE 2010 Na Assembleia, com margem à negociação Apesar da falta de acordo com o Cpers, o Piratini encaminhou para a Assembleia os projetos do magistério, estabelecendo o piso de R$ 1,5 mil e o aumento linear de 6,08%, sendo 4% em setembro e mais 2% em março de 2011. A intenção foi garantir o cumprimento do prazo para a tramitação das propostas, evitando questionamentos jurídicos posteriores, já que a legislação eleitoral impede a concessão de aumento ao funcionalismo após o dia 6 de abril. A chegada dos projetos ao Legislativo, porém, não acabará com as articulações. O governo espera, apesar do curto tempo, chegar a consenso com o Cpers e com a oposição, negociando alterações por meio de emendas. Entre as mudanças que podem ser construídas, está a antecipação da segunda parcela, de 2%, de março para dezembro deste ano. Os percentuais do reajuste também serão discutidos e não está descartada mudança, mas neste item, o governo, que garantirá o discurso de que fez a sua parte independentemente do resultado, não conta com grande margem para ampliação. Fonte: Jornal Correio do Povo - Coluna Taline Oppitz - 25/03/2010