26 de fevereiro de 2010 | N° 16258
REAJUSTE EM DISCUSSÃO
Cpers pedirá audiência com governadora
No embalo da retomada das negociações entre Piratini e funcionalismo, a presidente do Cpers-Sindicato, Rejane de Oliveira, deve pedir hoje audiência com a governadora Yeda Crusius para apresentar reivindicações dos professores. A ideia é formalizar o pedido de reunião por meio da Casa Civil.
– Estamos entrando numa campanha salarial. Queremos abrir um processo de negociação – disse Rejane.
Questionada se ela procuraria o presidente da Assembleia, Giovani Cherini (PDT), a dirigente afirmou que quer conversar diretamente com Yeda. O pedetista receberá uma visita de cortesia, mas o objetivo não é debater aumento salarial.
– Como vamos negociar com a Assembleia a nossa pauta? Cherini intermedeia discussão dos projetos que estão no Legislativo – explicou a sindicalista.
No ano passado, Rejane foi uma das principais algozes do governo, chegando a organizar protesto na frente da casa de Yeda. Em dezembro, o Cpers fez críticas à gestão tucana e teve papel importante na derrota dos projetos do Executivo, que previam aumentos salariais à Brigada Militar e ao magistério, entre outras medidas. As propostas foram retiradas do Legislativo por pressão de sindicalistas.
Um documento está sendo redigido pelo Cpers. Entre as demandas, constam um pedido de reajuste imediato de 23,4%, aplicação no Estado do piso nacional para professores e funcionários, manutenção do plano de carreira e concurso público.
– Não tem negociação a respeito dos projetos enviados à Assembleia. Não vamos negociar direitos conquistados pela nossa categoria – completou a presidente.
Ontem, Cherini mostrou disposição em ajudar na aproximação entre os professores e o governo. Segundo o parlamentar, a Brigada é prioridade neste momento. A partir de quarta-feira, a frente de diálogo com o magistério poderia ser reaberta.
– Há vontade de dialogar, mas estamos agindo com cautela para não embolar o meio de campo. – afirmou o pedetista.
Fonte: Zero Hora - 26.02.2010
Cpers pedirá audiência com governadora - ZH 26.02.2010
26 de fevereiro de 2010 | N° 16258 REAJUSTE EM DISCUSSÃO Cpers pedirá audiência com governadora No embalo da retomada das negociações entre Piratini e funcionalismo, a presidente do Cpers-Sindicato, Rejane de Oliveira, deve pedir hoje audiência com a governadora Yeda Crusius para apresentar reivindicações dos professores. A ideia é formalizar o pedido de reunião por meio da Casa Civil. – Estamos entrando numa campanha salarial. Queremos abrir um processo de negociação – disse Rejane. Questionada se ela procuraria o presidente da Assembleia, Giovani Cherini (PDT), a dirigente afirmou que quer conversar diretamente com Yeda. O pedetista receberá uma visita de cortesia, mas o objetivo não é debater aumento salarial. – Como vamos negociar com a Assembleia a nossa pauta? Cherini intermedeia discussão dos projetos que estão no Legislativo – explicou a sindicalista. No ano passado, Rejane foi uma das principais algozes do governo, chegando a organizar protesto na frente da casa de Yeda. Em dezembro, o Cpers fez críticas à gestão tucana e teve papel importante na derrota dos projetos do Executivo, que previam aumentos salariais à Brigada Militar e ao magistério, entre outras medidas. As propostas foram retiradas do Legislativo por pressão de sindicalistas. Um documento está sendo redigido pelo Cpers. Entre as demandas, constam um pedido de reajuste imediato de 23,4%, aplicação no Estado do piso nacional para professores e funcionários, manutenção do plano de carreira e concurso público. – Não tem negociação a respeito dos projetos enviados à Assembleia. Não vamos negociar direitos conquistados pela nossa categoria – completou a presidente. Ontem, Cherini mostrou disposição em ajudar na aproximação entre os professores e o governo. Segundo o parlamentar, a Brigada é prioridade neste momento. A partir de quarta-feira, a frente de diálogo com o magistério poderia ser reaberta. – Há vontade de dialogar, mas estamos agindo com cautela para não embolar o meio de campo. – afirmou o pedetista. Fonte: Zero Hora - 26.02.2010