“A definição de greve por parte da categoria do magistério é o resultado da falta de diálogo por parte do Governo para com os servidores”, afirma o presidente da FESSERGS, Sérgio Arnoud. Os professores, assim como as demais categorias não são chamados a discutir nenhuma linha de nenhum projeto ou mudança pretendida pela atual administração estadual. O funcionalismo público apenas toma conhecimento dos fatos quando as propostas já estão fechadas e enviadas à Assembleia.
Também o Governo do Estado se recusa a mudar uma linha sequer dos projetos. Além disso, as audiências realizadas com os servidores, a FESSERGS foi recebida em 27 de outubro e em 19 de novembro pelo Chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, foram realizadas meramente para cumprir a formalidade de receber as categorias, sem nenhum esclarecimento ou proposta apresentada.
A FESSERGS só tem a lamentar os acontecimento e ressaltar a legitimidade das posições que estão sendo tomadas, embora a sociedade esteja sendo extremamente penalizada com a suspensão das aulas, pois o Governo não cogita a hipótese de retirar os projetos de mudanças nos planos de carreira de votação, não acena com reposição salarial para o Quadro Geral e Técnicos-científicos e não abre canal de diálogo. Só resta lamentar o final de ano que o funcionalismo enfrenta.
Imprensa/FESSERGS
FESSERGS AVALIA COMO LEGÍTIMA GREVE DO MAGISTÉRIO
“A definição de greve por parte da categoria do magistério é o resultado da falta de diálogo por parte do Governo para com os servidores”, afirma o presidente da FESSERGS, Sérgio Arnoud.