Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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FESSERGS DEFENDE AFASTAMENTO DE YEDA E SARNEY

A FESSERGS entende como inevitável o afastamento tanto do presidente do Senado Federal, José Sarney, como da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius para que sejam apuradas as denúncias que os atingem. "O Estado não pode ficar paralisado até as próximas eleições".

A FESSERGS entende como inevitável o afastamento tanto do presidente do Senado Federal, José Sarney, como da Governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius para que sejam apuradas as dnúncias que os atingem.

No caso da Governadora Yeda que dirige o Poder Executivo, sua permanência no cargo representa a imobilidade da administração estadual num momento em que a sociedade gaúcha necessita de um governo atuante para o enfrentamento, entre outras coisas, da pandemia que representa a gripe A H1N1.

Já José Sarney, sob o qual pesam volumosas evidências de improbidade administrativa, tem seu afastamento mais do que inevitável. Além das acusações que pendem,  ele é o primeiro na linha de sucessão presidencial, dada a gravidade da doença do vice-presidente José Alencar, o que evidência a urgência de sua saída do comando do Senado Federal.

"A FESSERGS reafirma sua confiança na Justiça, ao mesmo tempo que reitera que o Estado não pode ficar paralisado até as próximas eleições", afirma o presidente da Federação, Sérgio Arnoud.

O Conselho de Representantes da entidade e as direções de seus sindicatos filiados realizam reunião extraordinária nesta sexta-feira (07) às 10h em sua sede para avaliar o cenário de crise que se estabeleceu na administração estadual com o pedido de afastamento da Governadora pelo MPF devido às denúncias de improbidade administrativa.

Imprensa/FESSERGS