Os servidores públicos do Poder Executivo não aceitam, em nenhuma hipótese, suportar novo arrocho salarial, como parte dos sacrifícios decorrentes de eventual ajuste nas finanças do Estado, conforme anuncia o novo Governo. Esta é a posição adotada pela FESSERGS, em reunião do seu Conselho de representantes ainda em novembro.
?A cada mudança de Governo renovam-se as intenções de realizar ajustes financeiros que, invariavelmente, recaem sobre os bolsos dos servidores públicos do poder Executivo, que acabam sempre por arcar sozinhos com as medidas?, afirma Sérgio Arnoud, presidente da FESSERGS.
A Federação está atenta aos acontecimentos e seus dirigentes reagirão com rigor a qualquer indício de medida que possa vir a causar prejuízo à categoria que representa. ?A FESSERGS é parceira na busca de desenvolvimento e defende o saneamento das finanças públicas, mas repudia toda e qualquer solução apressada que aponte para os servidores, pois estes são vítimas históricas dos desmandos administrativos?, reitera Sérgio Arnoud.
A entidade, única representante legítima dos servidores no Rio Grande do Sul, aguarda o agendamento de audiência com a governadora eleita, Yeda Crusius, para manifestar-lhe todas estas preocupações.
Porto Alegre, 27 de novembro de 2006.
Tatiana Santos ? Imprensa/Fessergs
(51) 9915.8353
p/Sérgio Arnoud ? Presidente
(51) 8114.6006
FESSERGS servidores públicos do Poder Executivo não aceitam, em nenhuma hipótese, suportar novo arrocho salarial.
Os servidores públicos do Poder Executivo não aceitam, em nenhumahipótese, suportar novo arrocho salarial, como parte dos sacrifíciosdecorrentes de eventual ajuste nas finanças do Estado, conforme anunciao novo Governo. Esta é a posição adotada pela FESSERGS, em reunião doseu Conselho de representantes ainda em novembro.