Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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Diálogo e confronto

A postura imperial da Governadora Yeda Crusius se reflete na ausência de diálogo entre o Governo e os servidores públicos estaduais. Isto inquieta toda a categoria e incentiva a adoção de práticas conflituosas que acabam por inviabilizar a necessária harmonia indispensável ao desenvolvimento dos serviços públicos.

A postura imperial da Governadora Yeda Crusius se reflete na ausência de diálogo entre o Governo e os servidores públicos estaduais. Isto inquieta toda a categoria e incentiva a adoção de práticas conflituosas que acabam por inviabilizar a necessária harmonia indispensável ao desenvolvimento dos serviços públicos.

Por outro lado, a ausência de diálogo provoca, em alguns setores, a ânsia que enseja o confronto, como opção preferencial.
Somado a isso, é indisfarsável a influência político partidária em determinadas ações, como as que assistimos nos últimos dias que em nada contribuem e só fornecem novos motivos para a intransigência.


Sejam quais forem os ocupantes do Governo no momento, eles foram eleitos democraticamente, seja Lula, em Brasília, Yeda no Estado ou Fogaça, na Prefeitura. O diálogo não pode prescindir de entendimentos entre as representações de servidores e dos governantes. Qualquer campanha reivindicatória deve ser feita em termos republicanos, como gosta de afirmar o presidente Lula. Ou seja, com energia, verticalidade, mas com respeito.


Esta é a postura que a FESSERGS adotou há dezenove anos, quando foi fundada e que ela persegue até nossos dias. Neste período, muitas lutas foram desenvolvidas e muitas conquistas foram obtidas.  Nas campanhas reivindicatórias, pelo fim do arrocho salarial, na defesa do IPE, estamos sempre presentes, priorizando as ações unitárias. Para o confronto, não estamos disponíveis.

Sérgio Arnoud
Presidente