Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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Profetas do Lucro e da Necropolítica

Em pouco mais de 18 meses de governo, Eduardo Leite se supera a cada dia. São duas reformas administrativas, três reformas previdenciárias e agora, a reforma tributária. Todas elas, invariavelmente, com foco nos servidores públicos e nos trabalhadores. A chamada máquina pública nunca foi tão enxugada, da educação à saúde, passando pelas polícias, transportes, e demais serviços. Aposentadorias foram taxadas, assim como as pensões, salários congelados há seis anos e ainda parcelados. Enfim, podemos dizer que aplicaram nos gaúchos o tal “Estado Mínimo”. Quando o mundo inteiro abandona essas políticas neoliberais que matam, o que foi comprovado dos Estados Unidos à Europa, nestes tempos de Pandemia, os governos Bolsonaro e Leite, acenam com reformas Administrativas e Tributárias. Política sanitária séria e nacional, quando ultrapassamos os 100 mil óbitos, nem pensar. Olho (Ojo), como dizem os argentinos: sempre contra nós. O empresariado, por suas entidades, pressiona pela abertura total em tempos de avanço da Pandemia, entre nós; afinal, quem usa ônibus são os empregados. E clamam por nova Reforma Administrativa, destruindo o Estado que é quem atende a todos nas epidemias e no dia a dia. Enquanto isso olimpicamente são noticiadas doações pontuais para impressionar a opinião pública. Matam e choram no enterro. Não são eles que arriscam a vida nos postos, nos hospitais, na coleta de lixo, nas entregas, etc. Esses verdadeiros heróis, do médico ao motorista, passando pelos anônimos da limpeza, da entrega, sem esquecer comerciários, policiais e vigilantes. E que estão a serviço do Estado e da população. Agora, com a proposta de Reforma Tributária, já se ouvem organizações empresariais – as únicas recebidas pelo governo – pressionarem por mais reforma administrativa, para diminuir o Estado, em troca de ficarem de fora da Tributária. O mesmo filme de sempre. Reforma Tributária a favor do empresariado urbano e rural. Debatida entre eles e votada à distância, sem debate e pressão popular. Para eles, quem pagará esta conta serão os trabalhadores, servidores públicos e os consumidores. Como sempre. Ojo! Sérgio A. J. Arnoud – Presidente da CSB/RS e da FESSERGS
Em pouco mais de 18 meses de governo, Eduardo Leite se supera a cada dia. São duas reformas administrativas, três reformas previdenciárias e agora, a reforma tributária. Todas elas, invariavelmente, com foco nos servidores públicos e nos trabalhadores.

A chamada máquina pública nunca foi tão enxugada, da educação à saúde, passando pelas polícias, transportes, e demais serviços. Aposentadorias foram taxadas, assim como as pensões, salários congelados há seis anos e ainda parcelados. Enfim, podemos dizer que aplicaram nos gaúchos o tal “Estado Mínimo”.

Quando o mundo inteiro abandona essas políticas neoliberais que matam, o que foi comprovado dos Estados Unidos à Europa, nestes tempos de Pandemia, os governos Bolsonaro e Leite, acenam com reformas Administrativas e Tributárias. Política sanitária séria e nacional, quando ultrapassamos os 100 mil óbitos, nem pensar.

Olho (Ojo), como dizem os argentinos: sempre contra nós.

O empresariado, por suas entidades, pressiona pela abertura total em tempos de avanço da Pandemia, entre nós; afinal, quem usa ônibus são os empregados. E clamam por nova Reforma Administrativa, destruindo o Estado que é quem atende a todos nas epidemias e no dia a dia. Enquanto isso olimpicamente são noticiadas doações pontuais para impressionar a opinião pública. Matam e choram no enterro.

Não são eles que arriscam a vida nos postos, nos hospitais, na coleta de lixo, nas entregas, etc. Esses verdadeiros heróis, do médico ao motorista, passando pelos anônimos da limpeza, da entrega, sem esquecer comerciários, policiais e vigilantes. E que estão a serviço do Estado e da população.

Agora, com a proposta de Reforma Tributária, já se ouvem organizações empresariais – as únicas recebidas pelo governo – pressionarem por mais reforma administrativa, para diminuir o Estado, em troca de ficarem de fora da Tributária.

O mesmo filme de sempre. Reforma Tributária a favor do empresariado urbano e rural. Debatida entre eles e votada à distância, sem debate e pressão popular.

Para eles, quem pagará esta conta serão os trabalhadores, servidores públicos e os consumidores. Como sempre. Ojo!

Sérgio A. J. Arnoud – Presidente da CSB/RS e da FESSERGS