A Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul – FESSERGS – vem a público manifestar seu repúdio à covarde atitude do Senhor Governador em parcelar o salário dos servidores do Poder Executivo, sem enfrentar a questão da crise do Estado com o poder Legislativo e Judiciário, pois a crise é do Estado e não do poder Executivo!
Não bastasse isso, o argumento do governo de que há falta de dinheiro não convence mais. É apenas um artifício para esconder a má gestão, enquanto faz a opção por gastar em publicidade, em detrimento do pagamento em dia dos salários de seus servidores.
A supressão dos direitos dos servidores concursados não deve ser opção de enfrentamento da crise, outras formas devem ser cogitadas, como a dispensa de cargos comissionados, extinção de secretarias e pastas menos prioritárias, reorganização do patrimônio imóvel do Estado, compartilhamento da crise com o Poder Legislativo, Judiciário e outras instituições.
Repudiamos veementemente o Projeto de Lei n° 44, que cria organizações sociais, pois não há necessidade de ampliar a máquina pública, quando o Estado já dispõe de 19 (dezenove) fundações para descentralizar a administração. Tal organização social servirá para contratação de funcionários sem concurso público, como cabide de empregos, onde ainda deverá ter dotaçãoorçamentária para sua manutenção.
A renegociação da dívida pública prevista no Projeto de Lei Complementar 257, nos moldes apresentados, não soluciona os problemas de caixa do Estado, engessa o serviço público e submete a governabilidade do Estado, à União.
Urge que os sindicatos e associações se mobilizem para evitar o desmonte do Estado e das condições de trabalho.
Mobilização no Centro Administrativo!
Dia 13 de abril, às 12h. Todos estão convocados!
Servidores do Executivo repudiam parcelamento salarial
A Federação Sindical dos Servidores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul – FESSERGS – vem a público manifestar seu repúdio à covarde atitude do Senhor Governador em parcelar o salário dos servidores do Poder Executivo, sem enfrentar a questão da crise do Estado com o poder Legislativo e Judiciário, pois a crise é do Estado e não do poder Executivo! Não bastasse isso, o argumento do governo de que há falta de dinheiro não convence mais. É apenas um artifício para esconder a má gestão, enquanto faz a opção por gastar em publicidade, em detrimento do pagamento em dia dos salários de seus servidores. A supressão dos direitos dos servidores concursados não deve ser opção de enfrentamento da crise, outras formas devem ser cogitadas, como a dispensa de cargos comissionados, extinção de secretarias e pastas menos prioritárias, reorganização do patrimônio imóvel do Estado, compartilhamento da crise com o Poder Legislativo, Judiciário e outras instituições. Repudiamos veementemente o Projeto de Lei n° 44, que cria organizações sociais, pois não há necessidade de ampliar a máquina pública, quando o Estado já dispõe de 19 (dezenove) fundações para descentralizar a administração. Tal organização social servirá para contratação de funcionários sem concurso público, como cabide de empregos, onde ainda deverá ter dotaçãoorçamentária para sua manutenção. A renegociação da dívida pública prevista no Projeto de Lei Complementar 257, nos moldes apresentados, não soluciona os problemas de caixa do Estado, engessa o serviço público e submete a governabilidade do Estado, à União. Urge que os sindicatos e associações se mobilizem para evitar o desmonte do Estado e das condições de trabalho. Mobilização no Centro Administrativo! Dia 13 de abril, às 12h. Todos estão convocados!