A Fessergs prepara-se para enfrentar mais um ano difícil, em função da continuação das políticas de apequenamento do estado praticadas pelo governo estadual.
Conforme tínhamos denunciado ao longo de 2015, a sociedade gaúcha assiste perplexa o agravamento do caos na segurança pública, onde temos mais de um assalto a banco por dia e dezenas de assassinatos a cada semana. Porto Alegre está entre as cinco cidades mais violentas do país,uma triste e dolorosa realidade.
Na saúde o quadro não nada melhor e assim também na educação.Todo o serviço público sofre com a falta de investimentos e a não reposição dos servidores que se aposentam.
A situação é crítica e o governo estadual continua com o mesmo discurso evasivo. O Rio Grande assiste a omissão governamental, pois enquanto os governadores de outros estados se mobilizam para exigir da presidente a readequação do pagamento da dívida com a União, nosso governo nada faz.
É tal o abandono, que a sensação que temos é a de que estamos numa nau sem rumo, onde o que nos espera é o abismo.Por tudo isso a Fessergs entende que é preciso intensificar a cobrança, pois os servidores estão abandonados e a sociedade está pagando caro com isso.
Sérgio Arnoud
2016: Mais um ano difícil
A Fessergs prepara-se para enfrentar mais um ano difícil, em função da continuação das políticas de apequenamento do estado praticadas pelo governo estadual. Conforme tínhamos denunciado ao longo de 2015, a sociedade gaúcha assiste perplexa o agravamento do caos na segurança pública, onde temos mais de um assalto a banco por dia e dezenas de assassinatos a cada semana. Porto Alegre está entre as cinco cidades mais violentas do país,uma triste e dolorosa realidade. Na saúde o quadro não nada melhor e assim também na educação.Todo o serviço público sofre com a falta de investimentos e a não reposição dos servidores que se aposentam. A situação é crítica e o governo estadual continua com o mesmo discurso evasivo. O Rio Grande assiste a omissão governamental, pois enquanto os governadores de outros estados se mobilizam para exigir da presidente a readequação do pagamento da dívida com a União, nosso governo nada faz. É tal o abandono, que a sensação que temos é a de que estamos numa nau sem rumo, onde o que nos espera é o abismo.Por tudo isso a Fessergs entende que é preciso intensificar a cobrança, pois os servidores estão abandonados e a sociedade está pagando caro com isso. Sérgio Arnoud