Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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Ao apagar de 2015 Sartori quer aprovar novo calote na população do RS

— Esse projeto que limita as cedências torna extremamente difícil a atividade sindical. O objetivo do governo é neutralizar os servidores públicos, única força que se opõe ao desmantelamento do Estado — avalia Arnoud.

O Movimento Unificado de Servidores esteve reunido no auditório da Fessergs nesta quarta-feira articulando sua mobilização CONTRA o novo pacote do governo Sartori. O conjunto de projetos será votado em sessões extraordinárias nos dia 28 e 29 de dezembro, estrategicamente para que não haja tempo de os sindicatos se organizarem. No entanto a partir da madrugada de segunda-feira a reação do funcionalismo será na Praça da Matriz. As entidades que compõem o Movimento estarão acampadas em frente ao Palácio Piratini para pressionar os deputados a barrarem a votação ou votarem contra os PLs.

—O pacote todo é um conjunto de maldades, mas o 206 (Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual)  inviabiliza o serviço público nos próximos anos, porque congela os investimentos, avalia Sérgio Arnoud, presidente da Fessergs. 
— O projeto 206 é o mais nocivo. Ele diminui o Estado, desvaloriza os servidores e vai afetar a saúde, a segurança e a educação, vai congelar contratações,protesta Helenir Schürer, presidente do Cpers/Sindicato.
 


Além disso há o projeto que quer enfraquecer o movimento sindical, o PL 507, que propõe a redução do número de servidores cedidos para atuar na direção de sindicatos:
— Esse projeto que limita as cedências torna extremamente difícil a atividade sindical. O objetivo do governo é neutralizar os servidores públicos, única força que se opõe ao desmantelamento do Estado — avalia Arnoud.

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781