Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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Fessergs em apoio aos celetistas cobra novamente respeito com os servidores

A Fessergs, em conjunto com a União Gaúcha e o CPERS/Sindicato se solidarizaram com o atraso nos pagamentos dos servidores celetistas que deixaram de receber o pagamento da categoria no segundo dia útil do mês e participaram de uma reunião na casa Civil do Governo, solicitada com urgência, na manhã de hoje. O sub-chefe Jurídico da Casa Civil, José Kliemann, que recebeu os servidores, afirmou que isso é reflexo da crise financeira do estado e que a administração está esgotando todos os esforços para contornar os problemas. Sobre os Projetos que estão sendo encaminhados à Assembleia Legislativa , o representante do governo garantiu que não serão em regime de urgência. "Mais uma vez pedimos respeito e reiteramos que o caminho é a construção conjunta de soluções. Atrasar ou parcelar salários e cortar direitos de servidores sem nenhuma discussão não constrói e não contribui para uma relação amigável, fica parecendo provocação e desrespeito para com o funcionalismo que nunca deixa de cumprir suas obrigações. A unidade do funcionalismo está mobilizada e não vai permitir que os trabalhadores públicos sejam penalizados ao extremo", afirmou o vice-presidente da Federação Flavio Berneira.

A Fessergs, em conjunto com a União Gaúcha e o CPERS/Sindicato se solidarizaram com o atraso nos pagamentos dos servidores celetistas que deixaram de receber o pagamento da categoria no segundo dia útil do mês e participaram de uma reunião na casa Civil do Governo, solicitada com urgência,  na manhã de hoje. O  sub-chefe Jurídico da Casa Civil, José Kliemann, que recebeu os servidores, afirmou que isso é reflexo da crise financeira do estado e que a administração está esgotando todos os esforços para contornar os problemas. Sobre os Projetos que estão sendo encaminhados à Assembleia Legislativa , o representante do governo garantiu que não serão em regime de urgência. "Mais uma vez pedimos respeito e reiteramos que o caminho é a construção conjunta de soluções. Atrasar ou parcelar salários e cortar direitos de servidores sem nenhuma discussão não constrói e não contribui para uma relação amigável, fica parecendo provocação e desrespeito para com o funcionalismo que nunca deixa de cumprir suas obrigações. A unidade do funcionalismo está mobilizada e não vai permitir que os trabalhadores públicos sejam penalizados ao extremo", afirmou o vice-presidente da Federação Flavio Berneira.

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781