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Assembleia Geral aprovou acordo entre hospitais e IPERGS

Em Assembleia Geral ocorrida na manhã de 1º de outubro último, os integrantes da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul ratificaram por unanimidade o acordo encaminhado junto ao IPERGS na segunda-feira (29). Assim fica afastada qualquer possibilidade de paralisação no atendimento aos beneficiários do IPE-Saúde.
Em Assembleia Geral ocorrida na manhã de 1º de outubro último, os integrantes da Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul ratificaram por unanimidade o acordo encaminhado junto ao IPERGS na segunda-feira (29). Assim fica afastada qualquer possibilidade de paralisação no atendimento aos beneficiários do IPE-Saúde.
 
Segundo o presidente da Federação das Santas Casas, Júlio Dornelles Matos, a sensibilidade do Governo do Estado e o constante diálogo entre as partes foram pontos fundamentais para o acordo: “Na Assembleia Geral que realizamos nesta quarta-feira, os hospitais souberam entender a proposta que havíamos desenvolvido junto ao grupo paritário, e nesse contexto a participação do centro de governo, ao lado da diretoria do IPERGS, foi decisiva para alcançarmos o consenso”.
 
O presidente do IPE, Valter Morigi comemorou o resultado da assembléia. “A decisão da assembleia tranquiliza os segurados do IPE que recorrem ao atendimento dos hospitais filantrópicos, e reforça o papel do diálogo na construção dos encaminhamentos dos temas em debate na relação do IPE com os prestadores de serviços”, pontua.  
 
Pontos acordados
 
- Glosas de 2010 a 2014: os recursos poderão ser feitos a partir de 1º de novembro deste ano.
 
- CBHPM: a migração da atual tabela do IPE para a CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos) entra em vigor a partir de dezembro de 2014, enquanto a questão da valoração dos medicamentos será debatida por um grupo técnico que tem a primeira reunião marcada para o dia nove de outubro.
 
- Remuneração dos medicamentos: a taxa de 38,23%, que remunera os medicamentos além do preço de fábrica, será distribuída em 60% para pagamento dos remédios, em forma de taxa de logística, e 40% para remuneração de diárias e taxas, com indexação ao reajuste dos medicamentos. A migração também será debatida pelo grupo técnico.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação IPERGS