Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
FESSERGS
Rio Grande do SulServiço público em pauta
FESSERGS

OIT estima que existem mais de 21 milhões de trabalhadores escravos no mundo

A Organização Internacionall do Trabalho estima que existem mais de 21 milhões de trabalhadores forçados ou em trabalho escravo no mundo. O Estudo, concluído em 2012, estima que 22% destes sao vítimas de exploração sexual. Segundo Sérgio Arnoud, vice-presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, que participa da 103ª Conferência da OIT, "existem esforços relevantes no Brasil para enfrentar esta situação, sendo que recentemente o Governo aprovou a desapropriação das propriedades dos envolvidos com o trabalho escravo, mas este enfrentamento deve ser constantemente intensificado e permanentemente avaliado". O Ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, se pronunciou na reunião da OIT em nome do governo brasileiro.

Sérgio Arnoud e Terezinha Castro com Ministro Manoel Dias
em reunião da OIT

A Organização Internacionall do Trabalho estima que existem mais de 21 milhões de trabalhadores forçados ou em trabalho escravo no mundo. O Estudo, concluido em 2012, estima que 22% destes sao vítimas de exploração sexual. Esta realidade é mais aguda na Ásia e no Pacífico, onde se situa a maior parte destes trabalhadores. Esta exploração do trabalho é ilegal por definição, mas ainda ocorre, inclusive no Brasil.

Segundo Sérgio Arnoud, vice-presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, que participa da 103ª Conferência da OIT, "existem esforços relevantes no Brasil para enfrentar esta situação, sendo que recentemente o Governo aprovou a desapropriação das propriedades dos envolvidos com o trabalho escravo, mas este enfrentamento deve ser constantemente intensificado e permanentemente avaliado".

Os dados da OIT revelam que esta prática ocorre na agricultura e no trabalho doméstico, onde se emprega inclusive mão de obra infantil.
Sérgio Arnoud e Terezinha Castro integram a delegação brasileira a Conferência, em Genebra, na Suíça, e vem acompanhando as discussões que buscam encontrar formas de lutar pela erradicação do trabalho escravo no mundo.

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781
* Com informações de Sérgio Arnoud