Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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CP - 31/05/2012: Medida não fará frente ao déficit

Com a polêmica e as resistências em relação ao pacote do governo centralizadas na proposta de criação da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), as discussões sobre a matéria que estabelece a elevação linear da contribuição previdenciária de 11% para 13,25% ficaram em segundo plano. A previsão é que o projeto seja votado pelo plenário da Assembleia na próxima terça-feira. O Piratini entregou às bancadas aliadas os cálculos atuariais sobre os quais foi elaborada a proposta, que será discutida em almoço com a presença do governador Tarso Genro no dia da votação. Tema delicado e polêmico por natureza, a elevação da alíquota de contribuição previdenciária, que enfrenta resistências na base, será fortemente cobrada pela oposição. O governo sustenta que é preciso avançar no enfrentamento do problema, mesmo que a ação não seja definitiva, mas a tímida estimativa de incremento na arrecadação garantida com a medida está gerando receio em aliados e acirrando as críticas dos adversários. A expectativa é que sejam arrecadados a mais, por ano, cerca de R$ 200 milhões, valor considerado insuficiente para fazer frente ao déficit que ultrapassa R$ 5,5 bilhões. Apartes Os cálculos atuariais entregues pelo governo aos aliados, para sustentar a proposta de elevação da alíquota previdenciária, foram classificados por Diógenes Baségio como "subjetivos". A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, que representa cerca de 100 mil servidores e é contra o projeto do governo, intensificou o contato com deputados. Fonte: Jornal Correio do Povo - 31/05/2012 - Coluna Taline Oppitz
Com a polêmica e as resistências em relação ao pacote do governo centralizadas na proposta de criação da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), as discussões sobre a matéria que estabelece a elevação linear da contribuição previdenciária de 11% para 13,25% ficaram em segundo plano. A previsão é que o projeto seja votado pelo plenário da Assembleia na próxima terça-feira. O Piratini entregou às bancadas aliadas os cálculos atuariais sobre os quais foi elaborada a proposta, que será discutida em almoço com a presença do governador Tarso Genro no dia da votação. Tema delicado e polêmico por natureza, a elevação da alíquota de contribuição previdenciária, que enfrenta resistências na base, será fortemente cobrada pela oposição. O governo sustenta que é preciso avançar no enfrentamento do problema, mesmo que a ação não seja definitiva, mas a tímida estimativa de incremento na arrecadação garantida com a medida está gerando receio em aliados e acirrando as críticas dos adversários. A expectativa é que sejam arrecadados a mais, por ano, cerca de R$ 200 milhões, valor considerado insuficiente para fazer frente ao déficit que ultrapassa R$ 5,5 bilhões.

Apartes

Os cálculos atuariais entregues pelo governo aos aliados, para sustentar a proposta de elevação da alíquota previdenciária, foram classificados por Diógenes Baségio como "subjetivos".

A União Gaúcha em Defesa da Previdência Social e Pública, que representa cerca de 100 mil servidores e é contra o projeto do governo, intensificou o contato com deputados.

Fonte: Jornal Correio do Povo - 31/05/2012 - Coluna Taline Oppitz