Os servidores do Quadro Geral e outros quadros assemelhados como da saúde, do DAER, do IPE, entre outros, estão vivendo a pão e água desde o início do Governo Tarso Genro, em 2011.
Contrariamente ao divulgado maciçamente pelos meios de comunicação, os reajustes mais significativos foram concedidos aos quadros melhor remunerados, tais como Fazenda, delegados e oficiais da Brigada Militar, por exemplo.
Já os da parte de baixo da pirâmide salarial foram condenados a sobreviver sem nenhum reajustamento salarial. No caso do Quadro Geral, para sermos mais explícitos, existe um achatamento dos padrões, todos no limite do valor do mínimo regional de 2011. Com isso, desapareceram as intervalações decorrentes dos níveis elementar, médio incompleto e médio. Todos estão nivelados recebendo os mesmos valores.
Por esse motivo a FESSERGS, juntamente com o Sindigeral, encaminhou proposta de estudo sobre um novo Plano de Carreira para estes servidores à Secretaria da Administração. Ainda não tivemos resposta. Procuramos a Secretaria da Administração, falamos com o CODIPE e não houve avanços.
Agora a Secretária Stela Farias anuncia, através de nota, informa que o governo chamará as entidades para discutir proposta de reajuste para o Quadro Geral.
A FESSERGS, desde já, manifesta a sua preocupação no sentido de que se construa uma solução que preserve os níveis atualmente existentes, pois os diferentes padrões encontram-se embolados, tendo desaparecido as intervalações.
Estamos alertas para que não se continue com essa política de achatamento salarial. É indispensável que se olhe com atenção para os servidores que tocam o Estado no dia a dia, atendendo os cidadãos. Aguardamos, com ansiedade pelas negociações.
Sérgio Arnoud
Quadro Geral sofre com injustiça salarial!
Os servidores do Quadro Geral e outros quadros assemelhados como da saúde, do DAER, do IPE, entre outros, estão vivendo a pão e água desde o início do Governo Tarso Genro, em 2011. Contrariamente ao divulgado maciçamente pelos meios de comunicação, os reajustes mais significativos foram concedidos aos quadros melhor remunerados, tais como Fazenda, delegados e oficiais da Brigada Militar, por exemplo. Já os da parte de baixo da pirâmide salarial foram condenados a sobreviver sem nenhum reajustamento salarial. No caso do Quadro Geral, para sermos mais explícitos, existe um achatamento dos padrões, todos no limite do valor do mínimo regional de 2011. Com isso, desapareceram as intervalações decorrentes dos níveis elementar, médio incompleto e médio. Todos estão nivelados recebendo os mesmos valores. Por esse motivo a FESSERGS, juntamente com o Sindigeral, encaminhou proposta de estudo sobre um novo Plano de Carreira para estes servidores à Secretaria da Administração. Ainda não tivemos resposta. Procuramos a Secretaria da Administração, falamos com o CODIPE e não houve avanços. Agora a Secretária Stela Farias anuncia, através de nota, informa que o governo chamará as entidades para discutir proposta de reajuste para o Quadro Geral. A FESSERGS, desde já, manifesta a sua preocupação no sentido de que se construa uma solução que preserve os níveis atualmente existentes, pois os diferentes padrões encontram-se embolados, tendo desaparecido as intervalações. Estamos alertas para que não se continue com essa política de achatamento salarial. É indispensável que se olhe com atenção para os servidores que tocam o Estado no dia a dia, atendendo os cidadãos. Aguardamos, com ansiedade pelas negociações. Sérgio Arnoud