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Fessergs e Sindigeral encaminham sugestão de novo Plano de Carreira para Quadro Geral

Os representantes da Fessergs e do Sindigeral aproveitaram para entregar uma proposta de novo plano de carreira e reiterar a urgência de um reajuste para a categoria. Foi cobrada ainda uma atenção especial para a categoria, uma vez que as entidades estão pleiteando uma reunião para discutir a situação destes servidores, que são os mais mal pagos no Estado, desde que o novo governo assumiu, ainda em janeiro.
A direção da Fessergs e do Sindigeral esteve na secretaria de Administração e Recursos Humanos nesta segunda-feira (24) para audiência solicitada com a secretária Stela Farias, mas quem recebeu as lideranças foram representantes do Codipe - Comitê de Discussão Permanente. Foi informado que a secretária estava em agenda com o governador Tarso Genro e que seria agendada nova data para receber as entidades. Os representantes do Sindigeral, a presidente Terezinha Castro Arnoud e o vice-presidente Júlio César Pereira, aproveitaram para entregar uma proposta de novo plano de carreira e reiterar a urgência de um reajuste para a categoria.



A Fessergs, representada no encontro por seu presidente, Sérgio Arnoud, a vice-presidente geral, Eunice Bello e o secretário-geral Flávio Berneira cobrou uma atenção especial para a categoria, uma vez que está pleiteando uma reunião para discutir a situação destes servidores, que são os mais mal pagos no Estado, desde que o novo governo assumiu, ainda em janeiro.

A coordenadora do departamento de Recursos Humanos, Maristela Heck e o secretário executivo do Codipe, Ramiro Passos, admitiram que o atual plano de carreira do Quadro Geral é na verdade um "plano de cargos e salários" e que está extremamente defasado, tanto em valores, como em funções, pois muitas não tem o menor sentido de existir. Foi relatado ainda que o governo não tem proposta finalizada para oferecer, mas que a situação está em pauta.



O presidente Sérgio Arnoud reiterou que existem 11 padrões do Quadro Geral que recebem abaixo do mínimo nacional, necessitando de complementação para atingí-lo. "A situação é insustentável e está difícil conter a insatisfação da categoria. Basta ver que muitos ficaram de fora da reunião, aguardando no saguão e na entrada do gabinete da secretária. Basta um chamamento e a categoria virá em massa se manifestar", alertou Arnoud.

Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781