A Fessergs, representada no encontro por seu presidente, Sérgio Arnoud, a vice-presidente geral, Eunice Bello e o secretário-geral Flávio Berneira cobrou uma atenção especial para a categoria, uma vez que está pleiteando uma reunião para discutir a situação destes servidores, que são os mais mal pagos no Estado, desde que o novo governo assumiu, ainda em janeiro.
A coordenadora do departamento de Recursos Humanos, Maristela Heck e o secretário executivo do Codipe, Ramiro Passos, admitiram que o atual plano de carreira do Quadro Geral é na verdade um "plano de cargos e salários" e que está extremamente defasado, tanto em valores, como em funções, pois muitas não tem o menor sentido de existir. Foi relatado ainda que o governo não tem proposta finalizada para oferecer, mas que a situação está em pauta.
O presidente Sérgio Arnoud reiterou que existem 11 padrões do Quadro Geral que recebem abaixo do mínimo nacional, necessitando de complementação para atingí-lo. "A situação é insustentável e está difícil conter a insatisfação da categoria. Basta ver que muitos ficaram de fora da reunião, aguardando no saguão e na entrada do gabinete da secretária. Basta um chamamento e a categoria virá em massa se manifestar", alertou Arnoud.
Tatiana Danieli
Jornalista Diplomada - MTB 8781