Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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CP - 01/06/2011: Magistério e Projeto do Governo - Coluna Taline Oppitz

Festival de incoerências A votação do reajuste de 10,91% a professores e servidores de escola, aprovado na Assembleia por unanimidade, após duas tentativas frustradas, evidenciou contradições de partidos e parlamentares que se movimentam e ajustam seus discursos, sem constrangimentos, de acordo com o resultado das urnas. Até dezembro sustentando um governo que recorreu ao Supremo Tribunal Federal para questionar o piso nacional do magistério, deputados do PSDB, do PMDB e do PPS brigavam ontem pela aprovação de emenda determinando que Tarso Genro apresentasse, em 60 dias, cronograma para o pagamento do piso. Petistas e integrantes da base do Piratini, que na gestão anterior exigiam o cumprimento imediato do piso, articularam para derrotar a emenda da oposição, classificada como irresponsável, e destacaram a intenção do Executivo em honrar o piso, que terá impacto de R$ 2 bilhões, até o fim do governo, em 2014. Um peso, duas medidas Parte dos professores presentes nas galerias vaiou manifestações e ficou de costas para o plenário na votação do reajuste. Apesar da postura em relação à Assembleia, que chegou a ser chamada de "circo" pela presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, a reação com o Piratini tem sido amena. Uma das justificativas para a forma branda com que o Cpers trata o governo é a de que a energia está voltada à mobilização interna em torno da sucessão ao comando do sindicato, dia 28. Apoio irrestrito Na reunião do diretório estadual do PT, sábado, deve ser aprovada resolução declarando apoio irrestrito ao pacote de sustentabilidade financeira. O documento orientará ainda os militantes para que defendam as propostas, incluindo os com atividades na área sindical. Fonte: Jornal Correio do Povo - 01/06/2011 - Coluna Taline Oppitz
A votação do reajuste de 10,91% a professores e servidores de escola, aprovado na Assembleia por unanimidade, após duas tentativas frustradas, evidenciou contradições de partidos e parlamentares que se movimentam e ajustam seus discursos, sem constrangimentos, de acordo com o resultado das urnas. Até dezembro sustentando um governo que recorreu ao Supremo Tribunal Federal para questionar o piso nacional do magistério, deputados do PSDB, do PMDB e do PPS brigavam ontem pela aprovação de emenda determinando que Tarso Genro apresentasse, em 60 dias, cronograma para o pagamento do piso. Petistas e integrantes da base do Piratini, que na gestão anterior exigiam o cumprimento imediato do piso, articularam para derrotar a emenda da oposição, classificada como irresponsável, e destacaram a intenção do Executivo em honrar o piso, que terá impacto de R$ 2 bilhões, até o fim do governo, em 2014.

Um peso, duas medidas

Parte dos professores presentes nas galerias vaiou manifestações e ficou de costas para o plenário na votação do reajuste. Apesar da postura em relação à Assembleia, que chegou a ser chamada de "circo" pela presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, a reação com o Piratini tem sido amena. Uma das justificativas para a forma branda com que o Cpers trata o governo é a de que a energia está voltada à mobilização interna em torno da sucessão ao comando do sindicato, dia 28.

Apoio irrestrito

Na reunião do diretório estadual do PT, sábado, deve ser aprovada resolução declarando apoio irrestrito ao pacote de sustentabilidade financeira. O documento orientará ainda os militantes para que defendam as propostas, incluindo os com atividades na área sindical.

Fonte: Jornal Correio do Povo - 01/06/2011 - Coluna Taline Oppitz