Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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CP - 26/05/2011: Professores ficam sem reajuste salarial

Governistas não conseguem quórum e oposição não registra presença Pelo segundo dia consecutivo, na Assembleia, a oposição retirou quórum e os governistas tiveram problemas de articulação, fatores que ocasionaram a suspensão, novamente ontem, da votação do reajuste de 10,91% ao magistério, acordado em 8 de abril entre Piratini e Cpers. Como as folhas de pagamento do Estado estavam rodando paralelamente à sessão, os professores não receberão o aumento no contracheque do mês de maio. Líder da bancada do PT, o deputado Daniel Bordignon assegurou ontem que o projeto será aprovado na terça-feira. Depois, ele acredita que o governo optará por rodar uma folha suplementar para pagar a diferença do reajuste. "Eles receberão o valor com uma semana de atraso. É uma atitude suicida da oposição sabotar aquilo que foi acordado com o magistério", afirmou Bordignon. A estratégia da oposição irritou os governistas e gerou conflitos que não haviam acontecido até o momento durante o governo Tarso Genro. O embate se deu na apreciação do requerimento de preferência impetrado pela líder do governo, Miriam Marroni (PT), que determinaria a votação somente do projeto de lei que concede o reajuste de 10,91%, excluindo da discussão a emenda de Jorge Pozzobom (PSDB), que pretende obrigar o Piratini a implementar o piso nacional dos professores em 60 dias. Inconformados com o uso do expediente que suprimiria a proposta da oposição do debate, os deputados do PMDB, PSDB, PP, PPS e Dem permaneceram em plenário, mas se recusaram a registrar a presença e a votar. Fonte: Jornal Correio do Povo - 26/05/2011
Governistas não conseguem quórum e oposição não registra presença

Pelo segundo dia consecutivo, na Assembleia, a oposição retirou quórum e os governistas tiveram problemas de articulação, fatores que ocasionaram a suspensão, novamente ontem, da votação do reajuste de 10,91% ao magistério, acordado em 8 de abril entre Piratini e Cpers. Como as folhas de pagamento do Estado estavam rodando paralelamente à sessão, os professores não receberão o aumento no contracheque do mês de maio.

Líder da bancada do PT, o deputado Daniel Bordignon assegurou ontem que o projeto será aprovado na terça-feira. Depois, ele acredita que o governo optará por rodar uma folha suplementar para pagar a diferença do reajuste. "Eles receberão o valor com uma semana de atraso. É uma atitude suicida da oposição sabotar aquilo que foi acordado com o magistério", afirmou Bordignon. A estratégia da oposição irritou os governistas e gerou conflitos que não haviam acontecido até o momento durante o governo Tarso Genro. O embate se deu na apreciação do requerimento de preferência impetrado pela líder do governo, Miriam Marroni (PT), que determinaria a votação somente do projeto de lei que concede o reajuste de 10,91%, excluindo da discussão a emenda de Jorge Pozzobom (PSDB), que pretende obrigar o Piratini a implementar o piso nacional dos professores em 60 dias.

Inconformados com o uso do expediente que suprimiria a proposta da oposição do debate, os deputados do PMDB, PSDB, PP, PPS e Dem permaneceram em plenário, mas se recusaram a registrar a presença e a votar.

Fonte: Jornal Correio do Povo - 26/05/2011