Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do Rio Grande do Sul
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Previdência Pública em risco

O governo do Estado anunciou que encaminhará para o CODES a discussão sobre a previdência pública, cujo algumas possíveis propostas esteja o aumento do tempo de serviço, criação da previdência complementar, contribuição previdenciária, que conforme o divulgado pela imprensa poderá atingir os atuais e os futuros servidores. Temos que estar preparados para enfrentar este assunto, pois trata da situação da nossa aposentadoria, onde o governo quer desonerar de ter que garantir o déficit previdenciário, que as entidades contestam a informação veiculada, já que o sistema atual fica prejudicado pela falta do concurso público e especialmente que este déficit considera exclusivamente a fonte das contribuições dos trabalhadores, sem levar em conta a contribuição patronal que nunca foi depositada. Alguns colegas aposentados vem denunciando que o governo vem aplicando a emenda constitucional 41 nos salários dos aposentados, com a quebra da paridade entre ativos e inativos, que apesar da existência desta emenda constitucional os governos não vinham aplicando, mas está provado que isto vem acontecendo em alguns casos, como aconteceu no enquadramento dos servidores aposentados da Secretaria da Saúde e também no reajuste de 6% do governo Yeda, onde alguns colegas aposentados não foram contemplados. Precisamos fazer a grande discussão sobre este assunto e marcar posição em todos os debates de que tipo de previdência que os servidores querem. O sindicato vem defendendo a posição de que qualquer mudança seja apenas para os futuros servidores, que o pagamentos das aposentadorias dos atuais servidores sejam garantidos pelo Tesouro de Estado, sem previdência complementar e sem quebra da paridade e integralidade. Fonte: www.sintergs.com.br
O governo do Estado anunciou que encaminhará para o CODES a discussão sobre a previdência pública, cujo algumas possíveis propostas esteja o aumento do tempo de serviço, criação da previdência complementar, contribuição previdenciária, que conforme o divulgado pela imprensa poderá atingir os atuais e os futuros servidores. Temos que estar preparados para enfrentar este assunto, pois trata da situação da nossa aposentadoria, onde o governo quer desonerar de ter que garantir o déficit previdenciário, que as entidades contestam a informação veiculada, já que o sistema atual fica prejudicado pela falta do concurso público e especialmente que este déficit considera exclusivamente a fonte das contribuições dos trabalhadores, sem levar em conta a contribuição patronal que nunca foi depositada.

Alguns colegas aposentados vem denunciando que o governo vem aplicando a emenda constitucional 41 nos salários dos aposentados, com a quebra da paridade entre ativos e inativos, que apesar da existência desta emenda constitucional os governos não vinham aplicando, mas está provado que isto vem acontecendo em alguns casos, como aconteceu no enquadramento dos servidores aposentados da Secretaria da Saúde e também no reajuste de 6% do governo Yeda, onde alguns colegas aposentados não foram contemplados. Precisamos fazer a grande discussão sobre este assunto e marcar posição em todos os debates de que tipo de previdência que os servidores querem. O sindicato vem defendendo a posição de que qualquer mudança seja apenas para os futuros servidores, que o pagamentos das aposentadorias dos atuais servidores sejam garantidos pelo Tesouro de Estado, sem previdência complementar e sem quebra da paridade e integralidade.

Fonte: www.sintergs.com.br