Governo já fez duas propostas.
A segunda, de 10,91%, foi feita ontem e imediatamente recusada
A nova proposta feita ontem aos professores pelo governo do Estado de 10,91% de reajuste sobre o vencimento básico foi imediatamente recusada pelo Cpers-Sindicato. A proposta anterior, divulgada na semana passada, era de 8,5% de aumento. O encontro entre as duas partes ocorreu no Palácio Piratini. Conforme o governo, esta proposta é final, não há chance de ser ampliada, segundo informou Carlos Pestana, chefe da Casa Civil. A diretoria do Cpers saiu insatisfeita da reunião e fez críticas à política de educação adotada pelo governo. Conforme Pestana, o percentual representa ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC). Sobre o índice incidem os adicionais por tempo de serviço (como triênios). Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00.
Os números apresentados pelo governo
Reajuste de 10,91% sobre o básico do magistério. Segundo o governo, o percentual representa ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC).
Sobre o percentual Incidem os adicionais por tempo de serviço (como triênios).
Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00.
De acordo com o Piratini, 55% da categoria está aposentada e recebe entre 40% e 50% a mais em seus vencimentos.
Cpers cobra calendário para reajustes do piso
Entidade diz que proposta de 10,91% revela que educação não é prioridade
O governo do Estado apresentou ontem nova proposta de reajuste para o magistério, de 10,91% sobre o vencimento básico. A proposta anterior, divulgada na semana passada, era de 8,5% de aumento. A oferta foi feita durante reunião pela manhã entre o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, os secretários da Educação, José Clóvis de Azevedo, e da Administração, Stela Farias, e a direção do Cpers, na Casa Civil. Pestana informou que o reajuste de 10,91% constitui a proposta final do governo e que representa um impacto de R$ 334 milhões no orçamento de 2011.
A direção do Cpers saiu insatisfeita da reunião. "Se a educação fosse prioridade do governo, certamente a oferta não seria de 10,91%. O governo não está apresentando uma proposta de implementação do piso. Se estivesse fazendo isso, deveria apresentar um calendário", avaliou a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Rejane destacou que a proposta de 10,91% sobre o básico representa acréscimo de R$ 38,00 sobre os R$ 356,42 (ainda muito distante dos R$ 593,54). Também disse que a proposta do governo demonstra que apenas a mobilização das categorias vai garantir a implementação do piso nacional. Segundo a dirigente, o governo deverá enviar até a segunda-feira (28) uma proposta detalhada a respeito dos 17 principais pontos reivindicados pelo Cpers. Quanto à oferta de reajuste de 10,91%, será avaliada em plenárias regionais e, no dia 8 de abril.
Fonte: Jornal Correio do Povo - 25/03/2011
CP - 25/03/2011: Cpers rejeita nova proposta
Governo já fez duas propostas. A segunda, de 10,91%, foi feita ontem e imediatamente recusada A nova proposta feita ontem aos professores pelo governo do Estado de 10,91% de reajuste sobre o vencimento básico foi imediatamente recusada pelo Cpers-Sindicato. A proposta anterior, divulgada na semana passada, era de 8,5% de aumento. O encontro entre as duas partes ocorreu no Palácio Piratini. Conforme o governo, esta proposta é final, não há chance de ser ampliada, segundo informou Carlos Pestana, chefe da Casa Civil. A diretoria do Cpers saiu insatisfeita da reunião e fez críticas à política de educação adotada pelo governo. Conforme Pestana, o percentual representa ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC). Sobre o índice incidem os adicionais por tempo de serviço (como triênios). Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00. Os números apresentados pelo governo Reajuste de 10,91% sobre o básico do magistério. Segundo o governo, o percentual representa ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC). Sobre o percentual Incidem os adicionais por tempo de serviço (como triênios). Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00. De acordo com o Piratini, 55% da categoria está aposentada e recebe entre 40% e 50% a mais em seus vencimentos. Cpers cobra calendário para reajustes do piso Entidade diz que proposta de 10,91% revela que educação não é prioridade O governo do Estado apresentou ontem nova proposta de reajuste para o magistério, de 10,91% sobre o vencimento básico. A proposta anterior, divulgada na semana passada, era de 8,5% de aumento. A oferta foi feita durante reunião pela manhã entre o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, os secretários da Educação, José Clóvis de Azevedo, e da Administração, Stela Farias, e a direção do Cpers, na Casa Civil. Pestana informou que o reajuste de 10,91% constitui a proposta final do governo e que representa um impacto de R$ 334 milhões no orçamento de 2011. A direção do Cpers saiu insatisfeita da reunião. "Se a educação fosse prioridade do governo, certamente a oferta não seria de 10,91%. O governo não está apresentando uma proposta de implementação do piso. Se estivesse fazendo isso, deveria apresentar um calendário", avaliou a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira. Rejane destacou que a proposta de 10,91% sobre o básico representa acréscimo de R$ 38,00 sobre os R$ 356,42 (ainda muito distante dos R$ 593,54). Também disse que a proposta do governo demonstra que apenas a mobilização das categorias vai garantir a implementação do piso nacional. Segundo a dirigente, o governo deverá enviar até a segunda-feira (28) uma proposta detalhada a respeito dos 17 principais pontos reivindicados pelo Cpers. Quanto à oferta de reajuste de 10,91%, será avaliada em plenárias regionais e, no dia 8 de abril. Fonte: Jornal Correio do Povo - 25/03/2011