Em ato realizado nesta quarta-feira na sala de Convergência da Assembleia Legislativa, entidades representativas de servidores reiteraram que a paralisação do atendimento médico aos segurados do IPE atinge negativamente milhares de pessoas e não contribui em nada para resolver possíveis problemas entre credenciados e o plano de saúde. Segundo o presidente do IPE, Valter Morigi, presente na mobilização, a reivindicação da classe médica é parte do jogo democrático, porém, acusar o IPE de ser o "pior plano de saúde do Estado" é no mínimo, leviano, uma vez que o valor pago por consulta, de R$ 47,00, após reajuste de 40% em agosto de 2011, só foi superado por alguns planos de saúde neste ano. O movimento de entidades do funcionalismo, liderado pela Fessergs e pela União Gaúcha, quer que o Executivo participe do debate. "Não podemos mais postergar a solução para estes impasses, pois o IPE-Saúde é imprescindível para uma parcela imensa de gaúchos e seu prejuízo só irá piorar a situação da saúde no Estado", salientou o presidente da Fessergs, Sérgio Arnoud.